Por Cabanha Camaquã

 Fui contactado por mi amigo Arturo Montory Gajardo para leer las cartas de CARLOS NOGUERA ECHENIQUE (del famoso Criadero Pozo Azul) sobre las exportaciones de caballos chilenos a Brasil.

 

En una, NOGUERA ECHENIQUE enumera las virtudes y características de algunos ejemplares.

Es un documento de lectura obligatorio y más, un testigo histórico de la evolución de la raza. Cita al Aniversario, Hornero, Tren Tren Arrebol (foto), Chacao, Papito, Paine, Sandra y un sinnúmero de otros del mismo refinamiento.

Es impresionante lo que apunta de las cualidades de los caballos, que acaba ratificando su desarrollo y éxito en Brasil.

Nadie ignora la contribución - indiscutible – de la sangre chilena, dada a los caballos brasileños.

Quiero decir, por si hay dudas, que el salto de calidad dado por la raza criolla se revela muy bien en el aspecto funcional, porque esos animales fueron determinantes en la formación de un padrón de gusto de los brasileros, (preconizado por el estándar de la raza).  

Está a nuestro alcance de un padrón de caballos funcionales y bonitos, por obra y gracia de los caballos de la lista de Noguera Echenique.

Como sucedió entonces, creo que los caballos chilenos aun pueden proporcionar una genética mejoradora.

Al hablar de la construcción de una raza, no podemos pasar por alto o despreciar las posibilidades, cruzamientos de sangres que no pueden dejar que desaparezca y, sobre todo, las experiencias ya adquiridas.

Como hay muchos criadores en Brasil (grandes, medianos y pequeños), las posibilidades de éxitos de hoy son mucho más grandes. ya que la base está más calificada. Por otra parte, los criadores (a partir de un de variado campo de pruebas: paleteadas freno, rienda, morfología, etc.) tienen más estadísticas concretas de las sangres que funcionan o no sirven.

Así, las perspectivas de la raza son infinitas.

Sé que me encuentro inserto en un tema repetido, pero insisto en que las entidades involucrados deben considerar la cancelación de la “suspensión impuesta a la Federación Chilena”.

Cuando se trata de la raza, ninguna sangre puede ser desechada y, además, un castigo "eterno" impuesto se constituye contrario a los principios jurídicos más obvios (si yo fuera un abogado chileno, llevaría este asunto a un tribunal internacional).

Los interlocutores tienen que dejar la distancia y dialogar. De lo contrario se convierte en algo evidente la lucha por un mercado y no se puede detener toda una raza por cuestiones puramente comerciales.

¿Qué piensan amigos al respecto?

 

Estância Camaquã

UM SALVE AO CAVALO CRIOULO E AOS ABNEGADOS DA RAÇA - Fui contemplado pelo amigo Arturo Montory Gajardo com cartas de CARLOS NOGUERA ECHENIQUE (do famoso Criadero Pozo Azul) sobre as exportações de cavalos ao Brasil. Numa delas, ECHENIQUE enumera as bondades e as características de alguns exemplares. É um documento de leitura obrigatória e mais do que um testemunho histórico da evolução da raça. Cita Aniversário, Hornero, Tren Tren (foto), Chacao, Papito, Paine, Sandra e inúmeros outros de mesmo requinte. E o impressionante é que aponta nos cavalos qualidades que a evolução dos acontecimentos acabou ratificando no Brasil. Ninguém de sã consciência ignora a contribuição - incontroversa - dada pelo sangue chileno aos cavalos brasileiros. Digo, para que dúvidas não pairem, que o salto de qualidade dado à raça se revela muito além do aspecto funcional, pois tais animais foram determinantes na formação do padrão ao gosto dos brasileiros (preconizado pelo standard da raça). Está a nosso alcance um padrão de cavalos funcionais e bonitos por obra e graça dos cavalos referidos por ECHENIQUE. Assim como aconteceu naquela época, penso que os cavalos chilenos ainda podem fornecer genética melhoradora. Quando se fala na construção de uma raça, a gente não pode desprezar as possibilidades, cruzamentos, os sangues que não se pode deixar desaparecer e, sobretudo, as experiências adquiridas. Como são muitos os criatórios no Brasil (grandes, médios e pequenos), as possibilidades de acertos de hoje são muito maiores, pois a base é mais qualificada. Além disso, os criadores (a partir do variado campo de provas: freio, paleteadas, rédeas, morfologia, etc) têm à mão estatísticas concretas dos sangues que funcionam ou não servem. Então, as perspectivas de evolução da raça são infinitas. Sei que me acho incurso na repetição do assunto, mas insisto que as entidades envolvidas devem considerar o cancelamento da suspensão imposta à federação chilena. Quando se fala em raça, nenhum sangue pode ser descartado e, ademais, uma punição "eterna" como a imposta se constitui contrária aos mais óbvios princípios jurídicos (se eu fosse um advogado chileno, levaria o assunto a uma corte internacional). Os interlocutores têm que deixar a casamata e dialogar. Do contrário, ficará pouco mais evidente a briga por mercado e n se pode travar uma raça inteira por questões meramente comerciais.

¿O que os amigos pensam a respeito?!